V E S T I B U L A R 2017.1
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Mostra científica encerra IV SEMPEx

No evento, que chegou ao final nesta quinta (20), a SEMPEx comprovou o crescente interesse dos estudantes apresentar assuntos que discutam melhorias para a sociedade

às 18h01
E a prova do crescimento foi à exposição de banners realizada no hall do auditório, reunindo mais de 80 trabalhos, nas três áreas do conhecimento: humanas, saúde e exatas.
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A segunda quinzena do mês de outubro é um dos períodos do ano mais esperados pelos alunos da Faculdade Integrada de Pernambuco – Facipe. Afinal, é nela que ocorre a Semana de Pesquisa e Extensão – SEMPEx, evento que reúne a produção científica da comunidade acadêmica.

Em sua quarta edição, que chegou ao final da noite desta quinta (20), na Unidade Nossa Sra. do Carmo, a SEMPEx comprovou o crescente interesse dos estudantes em apresentar assuntos e temas que discutam e proponham melhorias para a sociedade.

E a prova desse crescimento foi à exposição de banners realizada no hall do auditório, reunindo mais de 80 trabalhos, nas três áreas do conhecimento: humanas, saúde e exatas.

Dentre os expositores, as alunas de Enfermagem, Vanderleia Germano e Aurora Melo, que desenvolveram juntas o aplicativo educacional “Click Enfermagem”. O app  pretende utilizar a tecnologia mobile como um guia de termos e procedimentos básicos em saúde.

“O usuário que baixar o aplicativo terá na palma da mão, a qualquer momento e de forma acessível, um glossário de informações para esclarecer quaisquer dúvidas referentes à Enfermagem, desde os termos utilizados em hospitais por médicos e enfermeiros, até procedimentos simples como realizar curativos”, relata a estudante Vanderleia Germano.

E falando em facilitar o acesso a todos, nada mais significativo do que a pesquisa produzida pelas estudantes Damares Bezerra, Daniele Lima e Izabella Miranda. O trio pesquisou sobre a obrigatoriedade do ensino da Língua Brasileira de Sinais – LIBRAS na graduação em Enfermagem.

Segundo Damares Bezerra, a ideia partiu de situações que ocorrem geralmente em unidades de saúde, com pacientes que possuem algum tipo de deficiência auditiva. “Da mesma forma, que eles não conseguem ser entendidos, quando apresentam episódios de desconforto ou dor, nós profissionais não conseguimos passar informações fundamentais para a evolução do caso. Por conta dessa demanda, vimos a necessidade que todos tenham ao menos algumas noções de LIBRAS”,  salientou a aluna.

E a expansão da SEMPEx não foi apenas no número de participantes. Ao todo, mais de 600 estudantes, não só da Facipe, mas de outras instituições de ensino, assistiram à uma programação que contou com 13 palestras sobre temas como: intercâmbio, comunicação organizacional, mercado de trabalho, próteses odontológicas, estética, bioética, inteligência de mercado, dentre outros.

Foram aproximadamente 30 horas de programação e conteúdos apresentados durante três dias, mobilizando à equipe da Comissão de Pesquisa e Extensão – COPEX (coordenada pelo prof. Pedro Procópio e a assistente Valéria Melo), responsável pela organização do evento, e com a ajuda dos 49 alunos que também atuaram como monitores.

Para o organizador da SEMPEx, professor Pedro Procópio, a sensação após o final de mais um evento de sucesso é de agradecimento. “É imensamente gratificante ter a certeza que os nossos alunos abraçaram a ideia da SEMPEx. Cada vez mais, a comunidade acadêmica dá mostras que a produção científica é fundamental para uma formação qualificada e diferenciada”, ressalta.

Para a próxima edição da SEMPEx, em 2017, Pedro Procópio salienta que o desafio será ainda maior. “O objetivo é realizar um encontro ainda abrangente, com mais palestras, alunos e exposição de trabalhos, mas é através do esforço dos estudantes em marcar presença que nos sentimos realizados”, finaliza o gestor.

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