V E S T I B U L A R 2018.2

Encontrar, explorar e produzir o ouro negro principal fonte de energia da atualidade, é o desafio do engenheiro de petróleo. Descobrir as jazidas e produzir milhares de barris, sem prejuízo ao meio ambiente nem desperdício de materiais, é contribuir para o desenvolvimento social e industrial.

O Curso de Engenharia de Petróleo da Facipe foi autorizado para contribuir com o desenvolvimento regional, principalmente em função dos projetos estruturadores de exploração de petróleo no litoral pernambucano e da implantação da refinaria de petróleo no porto de SUAPE. Estudar na Facipe é explorar o presente para construir um futuro promissor.

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Nossos Diferenciais

Modelo de ensino

baseado na Educação por Competências com aplicação de metodologias ativas de aprendizagem.

Vivência prática

desde os primeiros períodos do curso.

Corpo docente

composto por mestres e doutores com experiência acadêmica e de mercado.

Oferta de bolsas

remuneradas de extensão, iniciação científica e de monitoria.

Biblioteca moderna

com acervo atualizado e acesso aos principais periódicos do mundo, além de ambientes planejados para estudos e recursos tecnológicos de alto padrão.

Convênios

com instituições de destaque e programas de internacionalização que permitem ao aluno realizar parte do curso no exterior.

Pague o curso no dobro do tempo

(Financiamento Estudantil Facilitado (FIEF) ou Crédito Universitário PRAVALER).

Seguro educacional

gratuito com cobertura para perda de emprego ou falecimento do responsável financeiro.

Convênio com PROUNI Federal

PROUNI Recife, FIES e com empresas privadas para concessão de descontos.

Agência de Emprego

e renda para colocação profissional (Facipe Carreiras)

Mercado de Trabalho

A descoberta de petróleo na camada do pré-sal brasileiro demandará por mais de 250 mil novos profissionais. Assim, um mercado que já estava em alta permanecerá aquecido por muitos anos, em toda a cadeia de exploração, produção e comercialização do petróleo e gás.
São grandes os investimentos na construção e modernização de polos petroquímicos e refinarias. Novos terminais de transferência de Gás Natural Liquefeito estão sendo construídos, bem como a malha de dutos terrestres e marítimos estão em ampliação.

Ao estudar na Facipe, desde os primeiros semestres já é possível ir acumulando experiências por meio de estágios remunerados. Ao concluir a graduação os salários iniciais superam aos R$ 4.300. Ao longo da carreira a média salarial ultrapassa os R$ 11.000. Estudar na FACIPE é estar à frente do seu tempo e almejar um futuro de muitas conquistas.
Faixa Salarial (Média mensal)
• Inicial R$ 4.300,00
• Pleno R$ 11.000,00

Estudar na Facipe é estar à frente do seu tempo e almejar um futuro de muitas conquistas.

Área de Atuação

Traçar planos para a descoberta de jazidas de petróleo ou poços de gás natural é parte do trabalho de um Engenheiro de Petróleo.

A formação profissional na FACIPE viabiliza a atuação em diversas áreas, desde processos de produção e logística, viabilizando reduções de custo e aumento de competitividade, até a distribuição do produto final para os postos e indústrias.

São atribuições do Engenheiro de Petróleo:

  • Decidir o processo de perfuração dos poços, sem que haja desperdício de material e danos ambientais;
  • Avaliar riscos ambientais durante a exploração, produção e distribuição do produto;
  • Desenvolver e monitorar a produção de equipamentos para plataformas marítimas, nas petroquímicas e refinarias, dentre outras.

Você poderá também seguir a carreira acadêmica, já pensou em ser pesquisador ou professor? A área é vasta e a escolha é sua!

  • Perfuração, completação, restauração, estimulação e limpeza de poços petrolíferos;
  • Processamento e movimentação de gás natural;
  • Controle diário da produção de óleo, gás e água dos reservatórios;
  • Tratamento e movimentação do petróleo, das estações até os oleodutos;
  • Projeto de elevação artificial e bombeamento submarino;
  • Estudos de comportamento e acompanhamento de reservatórios de petróleo;
  • Estudos de impacto ambiental e da segurança das operações.

Informações

Francisco Arnaldo de OIiveira Rufino, Francisco Arnaldo Rufino Possui Formação Técnica em Eletrônica e Telecomunicações pela Escola Técnica Federal de Pernambuco (1983), Graduação em Engenharia Elétrica - com ênfase em Eletrônica e Telecomunicações, pela Escola Politécnica da Universidade de Pernambuco - POLI - UPE (1986), Mestrado e Doutorado em Engenharia Mecânica com ênfase em Automação e Controle de Sistemas (Mecatrônica), pela Universidade Federal da Paraíba - UFPB (2003 e 2008 respectivamente). Atualmente é Professor Adjunto III - E do Departamento de Engenharia Elétrica - DEE da Escola Politécnica da Universidade de Pernambuco - POLI - UPE, onde atua desde 1989, ministrando aulas teóricas e práticas de Eletrônica e Mecatrônica. Atua também como Coordenador de Engenharias e Docente de Ensino Superior na UNIT- FACIPE - Universidade Tiradentes e como Docente de Ensino Superior na Faculdade de Tecnologia SENAI - PE. Tem experiência Industrial nas áreas de Engenharia Elétrica, Eletrônica e Desenvolvimento de Equipamentos Eletrônicos Industriais, atuando principalmente nos seguintes temas: Automação e Controle Industrial, Robótica, Visão Artificial e Mecatrônica. Dedica-se atualmente a ministrar aulas teóricas e práticas de eletrônica e a projetar e construir Robôs Móveis Autônomos com Controle Inteligente para aplicações diversas. VOLUNTARIADO: Atuei de 1980 a 1984 como Estudante Voluntário nos Laboratórios de Física, de Eletrotécnica e de Eletrônica da POLI, auxiliando os Professores na preparação de Aulas Práticas, na Manutenção dos Equipamentos de Laboratório e na Montagem dos Experimentos para as Aulas Práticas. CONTRIBUIÇÃO RELEVANTE PARA A UPE: Em atendimento à CHAMADA PÚBLICA MCT/FINEP/CT-PETRO - REDES TEMÁTICAS - 01/2009 - LINHA 2, Eu e Outros Colegas da UPE e da UFPE encaminhamos um Projeto de Pesquisa que foi APROVADO em Dezembro de 2010. Utilizando parte dos recursos liberados, construímos o LABORATÓRIO DE MECÂNICA COMPUTACIONAL DA POLI, que foi inaugurado em Dezembro de 2014. O Laboratório é utilizado para dar suporte aos Professores e Estudantes da POLI, no desenvolvimento de Pesquisas e Inovações Tecnológicas.

Docente
Titulação Ingresso Regime Disciplinas Lattes
Adriana Maria Monteiro Passos Mestre 09/02/2015 Parcial
Alexsandro Roberto Clemente da Silva Mestre 10/08/2015 Horista
Alicely Araujo Correia Doutor 03/09/2012 Horista
Betania Maciel de Araujo Doutor Horista
Enjolras de Albuquerque Medeiros Lima Doutor 01/02/2016 Horista
Francisco Arnaldo de OIiveira Rufino Doutor 01/02/2016 Parcial
Jairo Dias Bezerra Doutor 11/02/2016 Horista
Maria Luiza Maciel Mendes Doutor 02/02/2009 Horista
Newton Antonio Araujo Xavier Especialista 09/02/2015 Horista
Ricardo Santos de Amorim Mestre 02/03/2015 Horista

Geral:

O curso de engenharia de petróleo da FACIPE visa à formação de um profissional generalista, dotado de sólido conhecimento teórico e prático, senso crítico, reflexivo e humanista, responsabilidade socioambiental, capacitado a elaborar, executar e analisar projetos técnicos e científicos na indústria petrolífera e acompanhar as evoluções tecnológicas da engenharia de petróleo.

Específicos:

• Conscientizar o discente de sua condição de futuro engenheiro de petróleo, experimentando, desde as primeiras disciplinas, a prática de participação em atividades de extensão e/ou pesquisa que o envolva com a indústria petrolífera; • Definir estratégias de realização atualizada do ensino de graduação em engenharia de petróleo, objetivando formar profissional capaz de propor soluções que sejam não apenas tecnicamente corretas, mas incorporando no seu pensar a visualização dos problemas em sua totalidade.; • Capacitar o profissional a resolver problemas inseridos numa cadeia de causas e efeitos de múltiplas dimensões, identificado com os conceitos de controle de qualidade, desenvolvimento sustentável, e com o domínio das novas técnicas disponíveis para utilização na Engenharia de petróleo; • Propiciar ao discente condições de se tornar, além de um profissional bem formado, um cidadão com pleno conhecimento da realidade atual de seu país e das medidas a serem adotadas na promoção do bem estar de nossa sociedade; • Promover o domínio de técnicas básicas de gerenciamento de recursos humanos e materiais necessários ao exercício da profissão do engenheiro de petróleo; • Estimular a autoanálise, no sentido de provocar a necessidade de uma educação continuada do engenheiro de petróleo a ser formado com seu aperfeiçoamento cultural e desenvolvimento do espírito científico e do pensamento reflexivo; • Qualificar gestores em Engenharia de Petróleo que assessorem empregadores e trabalhadores na melhoria das condições e forma de atuação nesta área.